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Sweet Tooth: conheça algumas curiosidades sobre essa excelente série

Uma das produções da gigante do streaming mais vista nesse ano, Sweet Tooth conseguiu seu sucesso contando a história de um garoto híbrido de cervo com humanos. Mas todo esse universo fantasioso é recheado de assuntos relevantes e que têm uma importância que talvez os próprios criadores nem imaginam.

Traremos aqui algumas curiosidades para você que já maratonou ou que ainda está pensando em assistir a essa série.

Sweet Tooth e sua base nas HQs

A adaptação dos quadrinhos publicados pela Vertigo, um dos selos da DC Comics, traz um mundo onde a maioria dos humanos foi exterminada devido a pandemia do vírus Flagelo. Durante essa pandemia começam a nascer algumas crianças meio humanas e meio animais.

Após quase uma década do início da pandemia, um grupo de humanos crêem que o vírus ainda persiste pois tem relação com os híbridos, saindo então a caça dessas crianças para o seu extermínio. Diante de toda essa situação conhecemos Gus, um menino híbrido com cervo que parte procurando sua mãe, podendo descobrir nesse caminho que seu papel nesse contexto pode ser ainda maior do que pensam.

Homem de Ferro produtor da série

Calma, você não leu errado e essa história não é um crossover da DC com a Marvel. O ator Robert Downey Jr., famoso intérprete do Tony Stark, é um dos responsáveis pela produção da série, ao lado de Susan Downey, escritora e sua esposa.

Numa entrevista eles contaram sobre a motivação de trabalhar nessa adaptação para a TV, falando que eles adoram encontrar alguma história que possam assistir ao lado dos filhos e que também sirva de recomendação para os avós, enfim, para qualquer idade. Além disso, a série nos apresenta um monte de personagem interessante que cria-se um vínculo com o público, fazendo com que torçamos por eles em sua jornada.

Sweet Tooth foi  quase uma grande dor de cabeça para a Netflix

Tendo o seu lançamento na plataforma durante a pandemia de Covid, o fato da série também retratar uma pandemia viral acabou trazendo a realidade atual das pessoas para as telas, como o uso de máscara, sintoma parecido com o da gripe, hospital cheio, pânico e a incansável busca por uma cura, cenas estas bem familiares aos acontecimentos recentes pelo mundo.

Mas saiba que a série não se baseou na pandemia da Covid-19, pois os quadrinhos foram lançados em 2009. O fato é que o coronavírus interferiu nas filmagens, interrompendo as gravações e inclusive preocupando os realizadores quanto a recepção que teriam junto ao público.

Durante uma entrevista, Jim Mickle, showrunner da série, explicou sobre a série já iniciar abordando o tema pandemia:

“Nosso planejamento sempre foi esse, de iniciar a série focando no problema da pandemia, até porque as filmagens tiveram início em 2019 e não tínhamos a noção que estávamos perto de viver isso na vida real. O fato é que ficamos preocupados com que as pessoas acabassem pulando uma parte da série e assim perdessem tudo o que vem depois. A pandemia, para a história da série, é o trampolim para a riqueza que essa história tem a nos oferecer”.

Nos quadrinhos ela é mais assustadora

Enquanto na HQ o criador Jeff Lemire optou por se inspirar em outras HQs mais violentas como Scout: War Shaman e The Punisher: The End, na adaptação trazida pela Netflix contamos com uma certa dose de violência e com fatos que servem para deixar os espectadores refletirem sobre ética, humanidade e bem comum.

Mesmo assim, a Netflix optou por adaptar amenizando certos temas éticos e, mesmo que de certa forma seja vista como “fofa”, existe violência. Além disso existe o fato de termos nos quadrinhos um traço para o personagem Gus que lhe confere um ar mais macabro, enquanto na adaptação para a TV contamos com a estética e ar inocente do ator Christian Convery.

Em busca de realismo

Tudo o que pudesse afetar a caracterização dos personagens seria de grande importância para a série, por isso a produção buscou inspirações no trabalho de Jim Henson, criador dos Muppets, decidindo utilizar boneco e animatronic ao invés de CGI, famosos efeitos especiais por computação gráfica.

Enquanto os bebês híbridos são bonecos e o híbrido de Bobby é um robô, o personagem principal Gus possui orelhas reais e com movimento controlado pelo titereiro Grant Lehmann.

Por conta da sensação de realismo, Lehmann sempre acompanhava o ator pelo set para poder manipular em tempo real as orelhas e trazer mais realismo aos movimentos, de acordo com o que a cena e a reação do personagem pediam.

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